Coletivo de Guaçuí inicia circulação de espetáculo para as infâncias
Coletivo Guaçuí em Cena, surgido das oficinas do Ponto de Cultura “Gota, Pó e Poeira”, começa nesta terça feira, dia 21 de abril, uma série de seis apresentações gratuitas da peça “O menino que virou história”, para público espontâneo e estudantes das escolas municipais e estaduais, tendo como objetivos facilitar o acesso dos mesmos aos bens culturais, formação de plateia e, ao mesmo, exercitar seu processo de profissionalização no mercado das artes cênicas.
O espetáculo irá se apresentar em cinco cidades: Guaçuí, Serra, Alegre, Anchieta e Cachoeiro de Itapemirim, dentro do edital 19/2024, do Funcultura/PNAB, de projetos para as infâncias. Com a aprovação nesse edital, a peça passou por uma reformulação em seu elenco e também em seu cenário, para facilitar na sua circulação em espaços alternativos pelos municípios capixabas.
“O Menino que Virou História” é uma peça infantil que narra a aventura de Rafa, um garoto que detesta ler e é forçado a frequentar uma biblioteca. Lá ele conhece Zig, uma traça leitora que o introduz ao “Reino das Páginas”, onde ele descobre inúmeras aventuras, personagens incríveis e o prazer da leitura. A história destaca a importância de ler para evitar que livros e os personagens desapareçam.
Para contar essa história, o diretor do espetáculo Carlos Ola conta com os atores do Coletivo Guaçuí Em Cena: Yago Cindra, Rafaela Carvalho, Saulo Matos, Eduarda Pascoal, Matheus Soares, Caio Pereira e Scarlaty Couzi, além de Neuza de Souza na sonoplastia. “Todos do elenco têm grande encantamento pelo texto de Nanna Castro que trata de forma lúdica a necessidade do incentivo à leitura. São personagens bem construídos e que levam à reflexão tanto da criança quanto do adulto”, garante o diretor.
Para Rafaela Carvalho, atriz que interpreta Zig, o texto trata de assuntos que vão além do incentivo à leitura, pois evidencia também a questão de ser diferente dentro de um universo padrão e oferece campo para se discutir até mesmo o bullyng e a rejeição. “O espetáculo é uma grande reflexão sobre a aceitação e isso o faz uma ferramenta para também os educadores”, declara.
A estreia do trabalho nessa nova temporada acontece no dia 21 de abril, às 17 horas, no Teatro Municipal Fernando Torres, em Guaçuí, com entrada franca. Depois segue apresentando em espaços alternativos e também em escolas da rede municipal e estadual.
Agenda:
21 de abril, às 17h, Teatro Municipal Fernando Torres – Guaçuí – ES.
23 de abril, às 14h, Teatro Municipal Fernando Torres – Guaçuí – ES.
25 de abril, às 19h, Espaço Cultural Estação Cidadania e Cultura De Novo Porto Canoa – Serra – ES
26 de abril, às 16h – Espaço Rerigtiba – Anchieta – ES.
27 de abril, às 10h – EEEFM Agostinho Simonato – Cachoeiro de Itapemirim – ES.
28 de abril, às 19h – Biblioteca Municipal Therezinha Henrique Campos – Alegre – ES





