🚗 A África do Sul anunciou que planeja arrecadar US$ 50 milhões — cerca de R$ 250 milhões — com o objetivo de trazer a Fórmula 1 de volta ao país.
O país já sediava corridas regularmente no circuito de Kyalami, mas parou em 1985 devido às sanções internacionais contra o apartheid. Em 1993, houve uma última tentativa, mas, desde então, a F1 não voltou.
Acontece que não é tão fácil… Para um país sediar uma corrida de Fórmula 1, ele precisa pagar uma taxa de hospedagem para a dona do evento, que custa entre US$ 20 milhões e US$ 55 milhões por ano.
🇦🇪 E tem quem não economize nessa brincadeira. Caso de Abu Dhabi, que investiu cerca de US$ 40 bilhões para construir a ilha artificial Yas Island, onde fica o circuito do Grande Prêmio.
Já por aqui, a Prefeitura de SP fechou um contrato de cinco anos por R$ 760 mi para manter o Grande Prêmio em Interlagos. O valor inclui uma taxa anual de US$ 25 milhões para a Fórmula 1, além de R$ 100 milhões destinados à promotora do evento.
Inclusive, provando o impacto de tanto dinheiro, o último GP de Interlagos, por exemplo, movimentou R$ 2 bilhões na economia da cidade. Ou seja, não é só sobre velocidade na pista, mas também no fluxo de dinheiro.
