Pesquisa clínica surge como alternativa para antecipar tratamento de doenças com alta demanda no SUS

Milhares de brasileiros aguardam por procedimentos como cirurgia de catarata, acompanhamento para diabetes ou tratamento de doenças pulmonares. O que ainda é pouco conhecido é que a pesquisa clínica tem se consolidado como uma porta de entrada para acesso antecipado a consultas, exames e terapias. E tudo sem custo para os pacientes.

Na Grande Vitória, ações recentes do projeto “Cenders na comunidade” realizadas em Vila Velha e em Carapina, na Serra, levaram orientação médica, aferição de pressão e glicemia, além de informações sobre estudos previstos para este ano de 2026, incluindo insônia, próstata aumentada, DPOC grave, retinopatia diabética, nefropatia por IgA e catarata.

Os participantes recebem acompanhamento médico completo e, em alguns casos, tratamentos que levariam anos para serem disponibilizados pela rede pública. “Além do impacto direto na vida dos voluntários, a pesquisa clínica desempenha papel estratégico no avanço da medicina, permitindo que novos medicamentos e tecnologias sejam testados com rigor científico antes de chegarem ao mercado”, afirma Dra. Priscilla Martins.

Parte desses estudos é conduzida pelo Cenders, centro especializado na condução de estudos clínicos, que também realiza ações comunitárias para informar a população sobre como funciona a participação em pesquisas e ampliar o acesso da sociedade a esse tipo de atendimento. Uma nova ação está para ser realizada, brevemente, em data a definir.

Pesquisa clínica surge como alternativa para antecipar tratamento de doenças com alta demanda no SUS

Priscilla Martins _ credito Brenda Sangri Fotografias.