Atlético-MG afasta crise, bate Cruzeiro no Mineirão e ultrapassa o rival
O Atlético-MG chegou ao Mineirão pressionado, mas saiu de alma lavada. Na noite de sábado (2), o Galo superou a desconfiança e venceu o Cruzeiro por 3 a 1, em clássico válido pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com uma atuação cirúrgica e aproveitando o descontrole emocional do rival, que teve dois jogadores expulsos, a equipe alvinegra construiu o resultado com gols de Alan Minda, Maycon e Cassierra, enquanto Kaio Jorge descontou para a Raposa.
Eficiência alvinegra no primeiro tempo
O confronto começou truncado, refletindo a tensão do primeiro encontro entre as equipes desde a polêmica final do Campeonato Mineiro. No entanto, a eficiência atleticana logo falou mais alto. Aos 11 minutos, após jogada pela esquerda, Renan Lodi cruzou e Alan Minda aproveitou a sobra na área para abrir o placar.
O Cruzeiro tentou reagir, subiu as linhas e passou a dominar a posse de bola, mas esbarrou na forte marcação. Aos 28, a situação celeste se complicou: Minda disparou em contra-ataque e foi derrubado por Kaiki dentro da área. Após revisão do VAR, Maycon cobrou o pênalti com categoria, deslocando o goleiro Otávio e ampliando a vantagem antes do intervalo.
Descontrole celeste e golpe de misericórdia
Na volta para a segunda etapa, o técnico Artur Jorge tentou dar novo fôlego ao Cruzeiro com substituições, mas o nervosismo tomou conta da equipe mandante. Aos 22 minutos, Arroyo recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando a Raposa com um a menos. O Galo não perdoou a superioridade numérica. Quatro minutos depois, Renan Lodi, em noite inspirada, cruzou na medida para Cassierra mergulhar de peixinho e fazer o terceiro.
O cenário virou um pesadelo para os donos da casa aos 32, quando Kaiki cometeu falta violenta em Natanael e, com auxílio do monitor do VAR, também recebeu o cartão vermelho direto.
Pênalti, confusão e alívio na tabela
Mesmo com dois jogadores a mais, o Atlético-MG também teve sua baixa: Lyanco foi expulso aos 35 minutos após falta dura em Fabrício Bruno, gerando até uma discussão ríspida com o companheiro Renan Lodi no gramado. Na sequência, aos 37, Júnior Alonso cometeu pênalti em Kaio Jorge. O próprio atacante cobrou forte no canto direito e descontou para o Cruzeiro, mas já era tarde para uma reação heroica.
O apito final confirmou a vitória redentora do Galo, que afasta a crise extracampo, chega aos 17 pontos e salta para a 11ª colocação, ultrapassando justamente o maior rival na tabela de classificação.
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Fonte Original: Placar





