O efeito colateral raro da vacina da COVID
Pesquisadores da Universidade de Stanford identificaram um possível gatilho imunológico por trás dos raros casos de miocardite associados às vacinas de mRNA contra a COVID.
Explicando: A miocardite é uma inflamação do músculo do coração. Após a vacinação, ela aparece com mais frequência em homens jovens, geralmente de 1 a 3 dias depois da segunda dose.
A incidência média foi de 1 em cada 32 mil. Por razões que não são claras, os mais atingidos foram homens de até 30 anos. Felizmente, na maioria dos casos, o quadro é leve e se resolve sozinho.
- O que os pesquisadores desvendaram agora foi o “gatilho” desse processo. A descoberta foi que, em alguns raros casos, as células de defesa de reação à vacina atingem temporariamente o tecido do coração.
Embora o risco seja extremamente baixo, a escala global da vacinação fez com que esses casos ganhassem visibilidade — e fossem usados como munição política.
Recentemente, o secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., chegou a cancelar subsídios de US$ 500 milhões para pesquisas com mRNA.
Segundo ele, “os dados mostram que essas vacinas não protegem efetivamente contra infecções respiratórias superiores como COVID e gripe”.
Curiosidade: Somente no primeiro ano, estima-se que as vacinas contra o coronavírus tenham prevenido quase 20 milhões de mortes no mundo. Ao todo, +7 milhões de pessoas morreram pela doença.
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(Imagem: Getty Images)




