Conheça os tipos de conjuntivite e saiba quando procurar atendimento
Especialista orienta sobre sintomas, tratamento e os sinais que exigem avaliação oftalmológica
Vermelhidão nos olhos, coceira, lacrimejamento e sensação de areia são sintomas comuns da conjuntivite, uma inflamação que afeta a conjuntiva, membrana responsável por revestir a parte branca dos olhos. Apesar de frequente, a doença pode ter diferentes causas e nem sempre requer o mesmo tratamento, o que torna a avaliação médica fundamental para um diagnóstico correto.
Referência em oftalmologia no Espírito Santo, o Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV) alerta para a importância do diagnóstico adequado e da orientação médica diante dos primeiros sintomas. A conjuntivite pode ser causada por vírus, bactérias, alergias ou agentes irritantes, como fumaça e produtos químicos, e cada tipo exige uma abordagem específica.
Segundo o oftalmologista do HEVV, Dr. Fernando Zanetti, um dos erros mais comuns é recorrer à automedicação ou utilizar colírios indicados por outras pessoas. “Cada tipo de conjuntivite possui características e tratamentos diferentes. O uso inadequado de medicamentos pode mascarar sintomas, atrasar o diagnóstico e até agravar o quadro. Por isso, a orientação é procurar atendimento médico para identificar a causa do problema e iniciar o tratamento correto”, explica.
Na maioria dos casos, o paciente deve buscar inicialmente atendimento na unidade de saúde ou pronto-socorro mais próximo. O profissional fará a avaliação clínica e indicará a conduta adequada. No HEVV, a urgência oftalmológica recebe principalmente pacientes com sinais de gravidade, como dor intensa, diminuição da visão, secreção purulenta ou casos de conjuntivite que permanecem sem melhora após cerca de 15 dias de tratamento.
Além do acompanhamento médico, algumas medidas ajudam a prevenir a doença e reduzir sua transmissão, especialmente nos casos virais. Higienizar as mãos com frequência, evitar coçar os olhos e não compartilhar objetos de uso pessoal estão entre os principais cuidados. “A maioria dos quadros apresenta boa evolução, mas sintomas persistentes ou associados à perda de visão e dor devem ser avaliados rapidamente por um especialista”, reforça Dr. Fernando Zanetti.

Dr Fernando Zanetti

Fachada_Hospital Evangélico de Vila Velha






